ME
“I´M THE TROUBLE STARTER,
FUCKING INSTIGATOR…
I´M THE FEAR ADDICTED, DANGER ILLUSTRATED…
I´M A FIRE STARTER, TWISTED FIRESTARTER…
I´M THE BITCH YOU HATED, FILTH INFATUATED…
YEAH, I´M THE PAIN YOU TASTED, FELL INTOXICATED…
I´M A FIRESTARTER, TWISTED FIRESTARTER…”

Mundo Canibal
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WHO THE HELL?!





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BY ME
Hum, bêbada, não, não mais... Não muito mais vai... Mesmo assim, vou fazer algo que acho que nunca fiz antes... Pelo menos não aqui neste blog (será?!)...
Vou contar uma estorinha verídica de uma vida quase victícia.
Era uma vez, há alguns anos atrás, uma menina indo sozinha para a balada quando dois meninos a abordaram perguntando, coincidentemente, aonde era a balada que ela própria estava indo... Educada como sempre foi, explicou o caminho e fez mais... Ofereceu-se para dirigi-los até lá, já que rumavam ao mesmo destino...
Chegando lá, a menina para ser sincera não lembra muito bem da balada em si... Na verdade, lembra pouca coisa... Lembra de encontrar alguns amigos e lembra também de jogar conversa fora com aqueles que havia guiado até ali... No fim da noite, não se lembra bem porque, trocou telefone com um dos meninos que conhecera naquela noite... O que ela recorda é que falaram alguma coisa que remeteu a algum gosto em comum e aquilo fez com que o menino se interessasse muito por ela... Saint Seiya, na verdade... (Cavaleiros do Zodíaco para os leigos)
No dia seguinte, ela recebeu uma mensagem “Mto legal saber que vc curte Saint Seyia” ou algo que o valha e mais uns blá, blá, blás trocados depois se encontraram somente os dois (ou o amigo do menino estava junto? ela não recorda na verdade...) em uma baladinha de rock podreira.
Sem ter certeza de que aquilo era uma boa idéia, ela até quase o fim da balada se manteve irredutível quanto à idéia de ficar com aquele menino desconhecido... Mas ele era, a sua maneira, extremamente irresistível. Novamente estava de bandana... Com lindos cabelos escuros, quase sempre irritantemente molhados, e seus olhos azuis. Há, seus olhos azuis. Que medíocre comparativo de praxe dizer que tais olhos azuis seriam passíveis de se tornar verdadeiros oceanos... Nos quais ela poderia facilmente se perder. Mas o que dizer...
Conversaram muito e brincaram que nem crianças teimosas até quase o fim da noite, quando resolveram que queriam se beijar.
E se beijaram enfim. Pena que ela não lembra que música estava a tocar... Apesar de muito vagamente pensar que talvez pudesse ser alguma música do Van Halen, Scorpions, ou algo do gênero...
*time, after time*
E ficaram de bem, e ficaram apaixonados, até o restante da noite acabar... E logo acabou. Então ele a levou até o metrô (já que naquele tempo ainda faltava muito para a menina virar princesa de verdade e ter direito à sua própria carruagem) e de lá... De lá ela não lembra o que aconteceu... Pura e simplesmente ela não lembra, não sabe o que aconteceu... Nem ao menos quantas vezes vieram a se encontrar depois... Só sabe que foram poucas. Ponto.
Só lembra que o menino por ela perdidamente se apaixonou.
Ligava, mandava mensagens... Mensagens lindas... Que apesar de não ter mais o aparelho celular daquela época, ela ainda consegue se recordar...
“Não consigo parar de pensar em vc, quero te ver, olhar nos teus olhos, sentir o seu cheiro.”
*pausa, suspiro, ao som de Pegasus Fantasy*
Sentir o cheiro dela... Nunca alguém havia “dito” algo tão íntimo, tão belo, em tão pouco tempo...
Mas ela por mais que desejasse, não conseguia corresponder aquele sentimento. Sentia-se tocada... Profundamente.
Mas não podia fazer nada que pudesse acalentar aquele coração que por ela pulsava... Já que por sua vez, seu próprio coração por outra pessoa batia.
Forte, vigoroso, incansavelmente... Sem cessar.
Mas essa já é outra estória. Provavelmente uma história sem fim e não é esse o foco dessa vez. (kct, e não é esse o foco dessa vez, que delícia)
Por fim, a menina sem saber o que fazer, pois jamais desejou magoar aquele menino tão novinho, tão lindo, acabou por se acovardar e se afastou. De vez.
E isso parece ter criado uma ferida muito grande dentro do menino. Uma ferida que pelo jeito jamais cicatrizou.
Quando por ventura do destino, algum tempo depois (anos?) voltaram a se reencontrar. Obra do destino? Da modernidade do msn? Ela mais uma vez não recorda bem.
Voltaram a se encontrar, a se beijar. A menina dessa vez sentia-se mais confiante em quem sabe apostar naquele sentimento, afinal de contas, o que ela poderia perder... O que mais ela temia perder acabara de desaparecer de vez de sua visão mesmo... Do seu toque, da sua proteção... Por vezes possessiva, por muitas vezes aliás... Mas naquele momento, tudo o que ela poderia desejar era tentar se entregar novamente a alguém. Alguém que pudesse olhar dentro dela, quase mulher, e enxergasse a menina princesa que outro vira e que ela sabia que por mais que detestasse ali morava e era parte dela.
Então ela passou a dedicar mais atenção a esse menino, a esse sentimento que poderia vir a nascer e crescer...
* I just wanna feel real love, and love after ever! There’s a hole in my soul, you can see it in my face, it’s a real big place… Cos I got too much life running through my veins going to waste*
No entanto, dessa vez, o menino não parecia mais tão interessado por ela.
As coisas mudam, o timing passa... Mesmo assim, ela sentia que por ela algo ele nutria... Senão não estaria ali. Carência afetiva ou puxa-saquismo de forma alguma jamais pareceram pertencer à personalidade dele.
Até que um dia ele foi com seu jaleco branco busca-la na faculdade.
Dali iriam sair junto com algumas amigas dela para outra baladinha.
E ela desde o primeiro instante que o viu naquela noite o sentiu frio, distante...
Mas o que poderia fazer? Ela estava tentando... E nem mérito por isso parecia merecer. Um pressentimento muito ruim tomava o coração da menina naquela noite. E desde o primeiro instante ela sabia que algo daria errado. Muito errado.
Vejam bem, o sexto sentido dessa garota é muito apurado. Faz parte dela assim como sua audição, sua visão. E com isso em mente, meio que com vontade de provar para si mesma que estava errada, que nada havia de errado, mesmo sabendo do risco, deixou o menino ir sozinho à pista de baixo da casa noturna. E quando finalmente sentiu que o pior estava por vir desceu atrás para encontrá-lo. Quando olhou no seu rosto sabia que algo não estava certo... Ele por fim, quase não demorou, confessou. Havia beijado a irmã de uma amiga da menina.
Por quê? Não sabia explicar o porquê... Apenas havia acontecido, foi inevitável, ela veio, ele não recuou... E não sabia explicar porquê.
Doeu nela como há muito não doía. Como há muito não sentia.
Mas por que kct? Por que?!
Um dar de ombros encerrou a discussão.
Ela queria machucar ele, ela queria machucar ela.
Só não partiu a cara da vagabunda da irmã da amiga no meio por consideração. Na verdade, não era daquela oferecida que ela tinha raiva. Era dele. Raiva por que pura e simplesmente é raiva com mágoa, com razão de ser, não pelos outros, não pelo saber, mas pelo sentir.
Depois disso ela lembra de ser levada por outras duas amigas (sem irmãs) para fora da casa noturna, a fim de pegar um táxi e ir pra casa... Foi quando lá fora ela viu o menino. E que raios ele fazia ali, que raios...
“Tudo o que um dia eu possa ter sentido, o que eu sinto agora ou qualquer coisa que eu podia vir a sentir por vc, ACABOU!”
Foi assim que ela se despediu, para sempre.
Entrou no táxi com as amigas a ampara-la. E se foi.
E quando tudo parceria ter tido seu fim, anos depois (ano? Ano e meio? Dois? whatever), ridiculamente se encontraram em meio à multidão do shopping 25 de março. Ela atrás de óculos. Ele atrás de fotografia. Ambos, coincidentemente, em busca de lentes diferentes para adaptar suas próprias visões.
A menina em companhia da tia. O menino em companhia da sua mãe.
Inclusive, essa foi a primeira e única vez que a menina vira a mãe do menino.
Olha,que coincidência pra cá, olha que coincidência pra lá, combinaram que voltariam a se falar para combinar de se ver...
E assim o fizeram, pelo msn. O menino diz que foi a menina que o procurou primeiro. A menina, por sua vez, jura que foi o contrário.
Mesmo assim, ela, depois de algum tempo, já não se incomodava mais com aquele reencontro, tanto quanto achava que poderia se incomodar. Tendo em vista o quanto sofrera da última vez que o vira.
Ao contrário. De tanto sofrer necessitava de contato humano. De contato. Fosse de quem quer que fosse, sendo sincero e honesto, seria bem-vindo.
Encontraram-se então depois de muito tempo em um lugar que somente ele conhecia. E de lá ela gostou. E lá ela tomou Guinnes pela primeira vez., e de Guinnes ela gostou (e gosta até hoje). E riram, conversaram, trocaram história.
A mãe dele acabara de se restabelecer de uma doença grave depois de muita luta. O pai dela estava muito doente, e os tempos de luta maior ainda estavam por vir. No entanto, viram um no outro mais que nunca um semelhante em comum, com desejos em comum, compreensão em comum. Ela deixou para trás o que sofreu na última noite em que o vira. E ele parecia que também o tinha feito. Parecia.
Enfim, trocaram idéias, sonhos, fizeram planos de passeios e afins.
Mas não se beijaram. Mal se tocaram.
Não por falta de desejo em comum, pela lembrança dela. Talvez mais por medo, expectativa demais. Ou talvez porque nunca haviam dado certo mesmo perto um do outro, quem sabe indo com mais calma poderiam acertar os ponteiros...
*I wanna take shelter in the hurricane, where the streets have no name*
Só se viram mais uma vez depois daquele 19 de janeiro, quando num súbito de loucura ébria ela resolveu que queria vê-lo às 3 da madrugada de algum dia qualquer. E riram, falaram, e mais uma vez viram o dia amanhecer, no banco de trás da carruagem dela, no estacionamento de um Pão de Açúcar da vida.
Mais uma vez não se beijaram, apesar de muito terem se tocado.
Quando as coisas simplesmente perderam o rumo e ela em sua carência absurda de contato humano se decepcionou com a atitude indiferente dele ... Foi embora em prantos, se perdeu, demorou pra se achar, mas se foi.
Decidida a não mais se deixar transparecer vulnerável daquele jeito, a menina decidiu que não veria nunca mais o menino.
No entanto, apesar de ter encontrado, até mesmo antes disso, conforto físico em outro, não deixou de pensar nele.
Não cabia em sua cabeça teimosa explicação qualquer para aquele sentimento...
Não se encontraram mais. Nem sequer fizeram esforços suficientes para isso.
Ela apesar de frustrada, seguia com seu orgulho em frente. Tinha que seguir. Muito dependia dela, e tão somente dela, e por mais que ele prometesse querer ajudá-la, ela somente acreditou em suas palavras naquele início de ano... Para nunca mais acreditar em nada.
Teimosa, orgulhosa, a menina, carregando o mundo nas costas, não pediu ajuda de ninguém. Pra nada.
Qualquer um seria passível de enlouquecer em seu lugar. Experimente perder a melhor amiga e o pai em menos de seis meses para ver se a vida não se torna o sentido claro e óbvio da ingratidão. Solidão.
A menina lutou. Como a verdadeira guerreira que sempre foi. Encarou o mal nos olhos e lutou contra ele até o fim. Até onde foi possível. Até ensandecer um pouco mais. Convenhamos, a menina nunca teve seu juízo em perfeito estado de conservação. Sempre foi guiada primordialmente por suas emoções. Mas se manteve firme. Se controlou. Até que um dia, ela dormindo, a vida se esvaiu ao seu lado. E com isso, algo dentro dela mudou. Tudo mudou. Desde o mais simples sentimento de culpa até o mais forte impulso de ódio, de desgraça.
E quando ela mais precisou do menino, engoliu em seco tudo que a remoia por dentro, tudo o que jurou para si mesma a que nunca se submeteria, assumiu-se fraca, frágil. E finalmente pediu ajuda.
Todos os amigos da menina, com exceção do pedaço que já havia partido, e com a graça Divina estiveram ao lado dela. Abraçaram-na. Beijaram-na. Ofereceram à ela conforto, proteção, abrigo. Engraçado que apesar dela saber que sem eles nada seria, era assim bem como um nada que se sentia. Quem ela mais queria do seu lado, segurando sua mão, com seus lindos olhos azuis a fitar os seus grandes olhos castanhos vermelhos de tanto chorar, ali não estava.
A menina então revoltou-se. Com ele. Com o caso. Com Deus. Menos com o mundo. O mundo abraçou, com os braços e as pernas. E cresceu. E cresce a cada dia tendo plena consciência de que isso que sente só causa dor, decepção, mal estar. Mesmo assim, não consegue evitar e ela agora é vazio.
Um espaço largo e vago, dentro do peito, d’alma.
O que o menino fez com a menina ela mesma jamais faria com quem quer que fosse. Dúvida inclusive que qualquer pessoa seja capaz. A maldade dele e frieza ultrapassaram todos os limites que o conhecimento vão humano podem conceber.
Já era dia 27 de abril quando a menina vagava pela manhã da cidade fria cheia de gente, sozinha. Acabara de gastar duzentos e cinqüenta reais em saquê. Em mágoas.
Ela pegou um ônibus, sem precisar. Apenas para dar mais tempo a ele, quem sabe, de se redimir, de a desmaltratar. Dormiu exausta no banco, perdeu o ponto. Foi parar em outro município. Se arrastou até em casa. Deitou na cama. Depois de mais de 24 horas alerta, só havia fechado os olhos durante aquela especial meia hora, a qual seu pai parece que havia esperado para morrer. Antes de apagar, literalmente, chorou um pouco mais. Pois muito pouco parece que havia chorado. Tanta tristeza guardada a sete chaves, para não demonstrar o desespero da falta do que fazer, da inútil vontade de querer ajudar e não poder.
Chorou e pensou no menino mais uma vez. Julgando tudo aquilo ter sido um pesadelo, pois ele, bem ele, um dos seres mais cheios de graça e sensibilidade que havia conhecido na vida, parecia ser simplesmente incapaz de abandonar não somente a ela, como a qualquer pessoa, dessa forma. Tão cruel.
O menino que a menina conheceu já não era mais o mesmo.
Pelas minhas contas eu não devo ter encontrado o Stefan pessoalmente mais do que umas dez vezes. Sem brincadeira. Tendo em vista tão pouco contato é realmente incompreensível para mim a forma como ele me importa. Mesmo depois de tudo. Um moleque do que, sei lá, 21, 22 anos... Fez aniversário faz pouco tempo que eu sei...
Se ele acredita que sua vingança finalmente foi concebida, eu sinceramente acho que isso não faz mais diferença.
*Deu mole prá caramba, tremendo vacilão, tá todo arrependido, vai comer na minha mão*
Se porque eu gostei dele no tempo errado mereço sua indiferença, sua incredibilidade, o máximo que posso fazer é sentir. É sentir aqui, bem dentro de mim, que mesmo assim só o fato de estar sentindo alguma coisa já vale a pena. Já que é para sofrer que seja por alguém vivo, cansei de chorar meus mortos.
Sou inconstante, sim. Sou instável, sim.
Sou capaz de fazer loucuras estúpidas por quem me importa ou até mesmo por quem não merece estar respirando o mesmo ar que eu, sempre.
Sou desequilibrada, sou egoísta, sou louca, sou inconseqüente.
Simmmmmmmmmmmmmmmm
Sou eu mesma, sou o que sou. Nunca tentei ser outra coisa, nunca dei esperanças falsas, nunca menti sobre minha instabilidade emocional. Nunca.
Não preciso provar nada pra ninguém, porque ninguém que realmente me conhece cobra esse tipo de provação. Não é necessário.
Sou o que sou, na minha essência de menina e meu corpo de mulher.
Se eu vou me matar qualquer dia desses num súbito de estupidez mal medida, atrapalhada e incompreendida, não sei. Talvez sim, talvez não.
Pois à parte da minha loucura, que é fruto do meu íntimo sentimento que é monstro, sou forte, decidida e extremamente capaz.
Sou brava, possessiva, ciumenta. Um bicho descontrolado em busca de calor.
*Sou um animal sentimental, me apego facilmente ao que desperta o meu desejo*
E principalmente, não tenho vergonha disso.
Não tenho vergonha de mim. Não tenho vergonha de você.
Apesar disso mais parecer é falta de vergonha na cara, de amor próprio.
Mas não se engane a meu respeito. O que eu mais amo nesse mundo é minha família (leia-se, minha mãe), meus amigos e à mim mesma.
Ainda assim, por mais que eu queira, não sou capaz de tudo para sossegar minha inquietude. Meu desconforto.
O mais importante que eu aprendi nessa vida é que a vida em si é muito curta.
E é mesmo, sem demagogia.
Muito curta para hipocrisia. Para ficar fazendo pose, birra, fusquinha.
Se eu tenho vontade eu vou lá e faço. Se eu tenho medo eu vou lá e enfrento.
Não fujo de briga nenhuma, adoro ser útil, faz parte de mim querer ajudar, me fazer presente. Gosto de ser recordada, de saber que sou importante para as pessoas ao meu redor, assim como elas me são muito caras.
O que me mata, portanto, é a indiferença.
Porque eu enquanto ser humano amo com a mesma intensidade que odeio.
Mas nunca, nunca alimento indiferença por nada nem ninguém.
Nutrir indiferença é deixar de viver, de sentir.
E o dia em que eu viver assim, sem sentir, estarei morta por dentro. Por fora.
Sou um vulcão em ebulição agora. Daqui a pouco, sou maré baixa, plácida.
Isso, isso, ISSO sou eu cuspida e escarrada.
Eu sou sentimento puro. Em demasia, em transformação.
Gosto de provocar e gosto de ser provocada.
Prefiro passar por essa terra tendo feito uma ínfima diferença que seja, do que sem ter feito nenhuma. Vida vivida de forma mediana não é vida, é sobrevida.
Se ontem eu te odiei, e Deus sabe o quanto eu odiei, meu Deus... Hoje eu não odeio mais. Gosto mais assim. Me corrói menos.
Isso também não é garantia de que amanhã eu não possa voltar a odiar, mas também baby, a essas alturas do campeonato, la garantia soy yo.
Eu sei que toquei fundo uma vez, duas, três. E vai ver que lá no fundo, bem lá no fundinho, o que faz a grande diferença é o impossível, o que me é distante, intangível. Mais uma coisa em comum, será?
Mas eu não penso só assim quando estou alcoolizada. Mesmo apesar de que, convenhamos, boa parte dos meus fins-de-semana é nesse estado em que me encontro. Ressaltando que, por livre e espontânea vontade. Gosto de sair mesmo, de beber, jogar conversa fora, dançar como se ninguém estivesse olhando, dançar como se todo mundo estivesse olhando, me divertir, cantar alto, gritar, chorar, de rir forte e honestamente. As máscaras que uso são só aquelas que escolho, de acordo com a ocasião. E na maioria das vezes, apenas para tornar as coisas um pouquinho mais interessantes ou inusitadas. E mesmo assim, não deixo de ser o que sou.
*Don't cha wish your girlfriend was hot like me?
Don't cha wish your girlfriend was a freak like me?
Don't cha wish your girlfriend was raw like me?
Don't cha wish your girlfriend was fun like me?
Don't cha?!*
O que eu quero dizer com tudo isso? Nada.
Continuo sendo a mesma pessoa que gosta de voltar às cinco da manhã pra casa, depois de tomar cerveja que eu amo e comer no Mc pra pegar a surpresinha do Mc Lanche Feliz. Amo muito tudo isso. Sou a mesma pessoa que deitou a cabeça no travesseiro ontem e que vai deitar hoje. Igual, mas diferente.
O dia em que sentirem desejo de corresponder minhas mensagens, possivelmente possa ser o dia em que eu perca o interessa em enviá-las.
O tempo tudo cura. Ou pelo menos ajuda a amenizar as dores, a cicatrizar mais rapidamente as feridas. Só me resta o tempo. E o tempo é curto.
Fora toda essa besteirada a fio, como há tempos não despejava, decidi que não vou lutar pelo Rafael (tão lindo, nome de anjo... desde os meus 10 anos de idade não gostava de um Rafael)... Ele tem uma namorada linda e eles parecem ter sido feitos um para o outro. Não tenho direito algum, e nem devo querer ter, de influenciar ou modificar tal relação (apesar de já ter feito isso no passado, com outras personagens, é claro, mas tão somente porque fora inevitável e avassaladoramente recíproco).
É realmente impressionante como a dor inspira muito mais que o bem estar né. Se estou bem venho aqui, jogo uma meia dúzia de dizeres e tá ok. Quando a aura ta pesada é que vem a avalanche...
Apatia faz mal. Covardia faz mal.
*Get up, get out, get away from these liars
'Cause they don't get your soul or your fire
Take my hand, knot your fingers through mine
And we'll walk from this dark room for the last time
Every minute from this minute now
We can do what we like anywhere
I want so much to open your eyes
'Cause I need you to look into mine*
FIM
Ps.: Domingo, meus camaradas, tem Anime Friends com show do Jam Project. Aqueles que por ventura possam vir a se interessar, não hesitem em me procurar.
Carta do dia: Os Enamorados
A importância do bem escolher
O arcano VI do Tarot, chamado “Os Enamorados”, emerge como arcano conselheiro neste momento de sua existência, Thais. A recomendação para este momento é que você cesse os movimentos a fim de fazer escolhas mais racionais, uma vez que você se verá numa encruzilhada difícil de resolver. Não faça escolhas a partir de caminhos aparentemente mais fáceis, não se deixe guiar por impulsos emocionais levianos. Aceite a dúvida como algo que liberta, que permite que se pense melhor sobre tudo. Não se deixe guiar por impulsos emocionais e dê tempo ao tempo. Se você não consegue tomar uma atitude por não conseguir chegar a um resultado final, melhor nada fazer e esperar um tempo mais adequado.
Conselho: Melhor esperar do que escolher precipitadamente.
Esperar... esperar até cansar... ou morrer, o que vier antes...
Frustração hj teu nome é Thais.
E em pessoa foi tornada, materializada.
E contigo o companheiro inseparável, o desgosto.
Tão grande que nem mesmo cabe dentro da tua nova forma.
Quem espera sempre alcança... cansa.
Engole seco, engasga. Tenta digerir com o tempo.
Fui promovida e amanhã começo na minha nova função... Fui promovida para fazer tudo aquilo que não desejava.
A idéia era outra, o caminho era outro. Tanto trabalho e dedicação... Quem diria...
Rew volta a fita e começa do zero, de onde não queria.
Para ser bibelô de quem tem o poder.
Tudo em busca de uma promessa... 1 ano no inferno para ganhar o passe livre do céu.
Será que eu aguento?
Eu aguento, eu aguento... Sou forte como pedra. Por fora.
Por dentro? ...
Sigo confiando... e confiar é mesmo o que me resta no momento.
Parabéns p/ mim. Parabéns p/ nova secretária executiva do vice-presidente.
Parabéns. Obrigada.
The Promise
When In Rome
If you need a friend,
don't look to a stranger,
You know in the end,
I'll always be there.
And when you're in doubt,
and when you're in danger,
Take a look all around,
and I'll be there.
I'm sorry, but I'm just thinking of the right words to say. (I promise)
I know they don't sound the way I planned them to be. (I promise)
But if you wait around a while, I'll make you fall for me,
I promise, I promise you I will.
When your day is through,
and so is your temper,
You know what to do,
I'm gonna always be there.
Sometimes if I shout,
it's not what's intended.
These words just come out,
with no gripe to bear.
I'm sorry, but I'm just thinking of the right words to say. (I promise)
I know they don't sound the way I planned them to be. (I promise)
But if you wait around a while, I'll make you fall for me,
I promise, I promise you...
I'm sorry, but I'm just thinking of the right words to say. (I promise)
I know they don't sound the way I planned them to be. (I promise)
And if I had to walk the world, that make you fall for me,
I promise you, I promise you I will.
I gotta tell ya, I need to tell ya, I gotta tell ya, I gotta tell yaaaa ...
I'm sorry, but I'm just thinking of the right words to say. (I promise)
I know they don't sound the way I planned them to be. (I promise)
But if you wait around a while, I'll make you fall for me,
I promise you, I promise you...
I'm sorry, but I'm just thinking of the right words to say. (I promise)
I know they don't sound the way I planned them to be. (I promise)
And if I have to walk the world to make you fall for me,
I promise you, I promise you I will ...
I will...
I will...
I will...
Nesse momento minha vida é incerta... Mas há indícios de um crescimento inevitável e imediato...
Caralho...
BRING IT ON!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Drop The Bombshell
Powerman 5000
GET UP GET UP GET UP
Drop the bombshell!
GET UP GET UP
This is outta control!
GET UP GET UP GET UP
Drop the bombshell!
GET UP GET UP
Get gone
Now look who's comin' yeah look who's back
Quick drop the bombshell
Straight to the track
The 21st century killing machine
I'm on the inside of a five-headed team
Now I'm not the same
Yeah, cause you're not the same
And you're not the same yeah
Cause I'm not the same
And we're not the same
This could never be the same
And We just wanna survive
Chorus x2
Now you wanna save us and you want it all
And you want the transmit, cause you want the call
And you want the one that made the worlds collide
But since that has happened the girls watch in size
We're not the same x3
Chorus x2
Get up get up!
(( drop the bombshell ))
Get up get up!
(( drop the bombshell ))
Chorus
Yeah! yeah yeah!